Partida com destino a Aboim da Nóbrega, não sem antes fazer algumas reclamações na recepção acerca da higiene (falta dela) nos balneários.
Dirigimo-nos ainda ao centro de interpretação ali ao lado e que abria às 10 Horas.
Simpatia, esclarecimentos e imagens adequadas ao local.
Inicio então da cavalgada estrada abaixo pela Peneda.
Percurso muito bonito com serra, numa conjuntura de verde vestida.
Hoje já sem nuvens e sem nevoeiro – Ao contrário de Bruma que segundo as noticias anda perdido na bruma dos contratos e dos advogados e o Sporting deixou de o ver…
Na Peneda nem parámos! A partir da estrada percorrida devagarinho (éramos só nós por ali abaixo) dava para entender que “aquilo” estava degradado!
De resto já conhecemos de outras andanças!
Serra acima, tivemos que nos desviar de umas vacas, uma das quais deitada, mesmo na estrada.
Como vamos muito devagar... dá para tudo!
Lá bem em cima, paragem , era a hora de paragem para a bucha.
Chegada ao Soajo e seus espigueiros.
Soajo / espigueiros ícon incontornável no Gerês!
Mais umas fotos, dos tais armazéns antigos de espigas e entrámos por ali dentro. Tínhamos curiosidade de revisitar uma casinha onde ficámos uma noite aqui à uns anos atrás.
(sim! Mesmo muito antes das "Casas com rodas" já por aqui andámos.... Feitios!)
Seguimos por aquelas ruas(?) estreitas para comprar pão de centeio e de milho.
Por ali só a pé e... mal!
Casas(?) Poderão chamar-me casas àqueles pardieiros de pedra feitos!
Esquecer a Autocaravana, não é difícil. Até os cães parecem de outros tempos.
Só faltou ouvir uivos de lobos! De resto parece que não andam longe dali! E estamos na Idade Média!
Chegámos ao largo do Pelourinho, onde antes alguns eram amarrados para serem mimoseados com umas vergastadas, chegando mesmo alguns mais teimosos a "perder a cabeça"!
Meio-dia!
Já com umas vistas mais amplas, estava um Restaurante a piscar o olho!
"Aqui deve comer-se bem"!
Espreitámos e encomendámos uma posta de vitela grelhada que veio com uns acompanhantes que a Mãe explicará melhor!
Eu lembro-me da vitela, do arroz de feijão com nabiças e... sei lá mais o quê. E do vinho. claro!
Verde e fresquinho!
Comemos no alpendre, com fabulosa vista e só depois vimos melhor no interior umas fotos que documentavam a passagem por ali de outros caminheiros cansados e esfomeados como Xanana, Guterres, Sampaio, Amália...
Noutros tempos com acessos (ainda) piores o que eles devem ter passado para ali chegar! Coitados!
Embarque e caminhada mais uns Quilometros e fomos parar ao "meio do nada"!
Acho que o verde fez mal ao GPS…
Com ajuda e um motorista que por ali passou lá voltámos o cavalo e regressámos à Estada Nacional que vai do Lindoso para Ponte da Barca.
A sensação é a de que nunca nenhuma Autocaravana passou por ali e mesmo esta passou muito apertadinha.
Felizmente, apesar da confusão do Verde do copo e da paisagem não tocámos em nenhuma varanda!
Sem mais percalços, chegados a Aboim da Nóbrega. É verdade é este o nome desta santa terrinha.
Um Parque moderno situado aqui bem no alto com serra à volta o “verde” – sempre o verde no horizonte!
Para amanhã ainda não está decidido se ficaremos ou se rumaremos a Vieira do Minho.
Esta "coisa" de andarmos de Parque em Parque é uma estratégia para irmos caminhando e dormir em segurança e com condições para umas refeições e uns duches "à larga"!
Ainda não fizemos programa para mais de 1 dia. Aliás é esse um dos aliciantes das nossas aventuras!
Desde que como é o caso seja com boa saúde e com boa disposição!